
![]() Liberdade
Ruth Gentil Sivieri Entre as folhagens secas do jardim Uma ave que estava prisioneira Aguarda silenciosa a noite inteira Pra de manhã tentar um voo enfim. Adeja bem inquieta, mas faceira, Alça voo e pra ver o querubim Na imensidão do céu do serafim Rufla as asas e vence a ribanceira. Canta, solta o trinar que é todo teu; Desfruta, ave, o clímax da alegria Já livre da prisão que te prendeu. Sê ousada, enche o canto de poesia E desce, que na Terra amanheceu E o teu solfejo faz mais belo o dia. ********** Belo Horizonte, 25/01/2015 Ruth Gentil Sivieri
Enviado por Ruth Gentil Sivieri em 28/01/2015
Copyright © 2015. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|