
![]() QUANDO UM POETA CHORA Nas linhas de um soneto, em que a tristeza, chora, junto ao poeta, a própria dor, os versos voam vagas de incerteza, dês que o vento desvia o seu clamor. Quando um poeta chora e tem certeza de que seu pranto é puro dissabor, sente o seu desencanto com clareza, mas extravasa todo seu amor. Há pedras perenais em seu caminho, calando o seu querer de ser sincero. silenciando o sal de ser sozinho. Chora o poeta, então, o instante austero da vida, que se vai com seu cadinho fundindo o outonal ao primavero!! Ruth Gentil Sivieri
Enviado por Ruth Gentil Sivieri em 01/10/2012
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