
![]() NADA Quando penso em devolver-te a alegria, transmutando tua dor em esperança, sinto em mim uma grande nostalgia, percebendo que meu pranto só avança. Meu tudo é nada e sempre asfixia meu cantar, meu momento de bonança, calando em mim aquela melodia, que por ser nada, nada, ela descansa. Como posso eu devolver-te um tudo, se nada tenho mais para ofertar? Minha tristeza serve como escudo, para estancar as lágrimas e abafar todas as ilusões que eu desiludo e as penas que carrego por te amar. Ruth Gentil Sivieri
Enviado por Ruth Gentil Sivieri em 29/07/2012
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