Na exposição de meu céu interior: o coração

Textos



Nunca mais o Noturno...

Aqueles sons que em choro estremeciam,
rasgando os céus em brava convulsão;
as notas e os acordes já sabiam,
que eram tocados com suave emoção.

Partituras, por certo ficariam
esquecidas e soltas pelo chão;
aqueles mestres, nunca mais seriam,
dedilhados em ais com coração.

Chegou ao fim! Repousa num lugar...
à espera de quem sempre dedicou,
os belos sentimentos que no entanto,

nunca mais o Noturno vai tocar,
pelas mãos de quem tanto o dedilhou
e abandonado, jaz em algum canto.


Ruth Gentil Sivieri
Enviado por Ruth Gentil Sivieri em 01/03/2010
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