
![]() ISTRIPULIA DAS MINERA NO NORDESTE Na baita sigunda-fera Nois partimo de avião Modi cumê macaxera Lá pras banda do sertão. Espera ai, Romildinha, Que a Rosida vai tamém, Vamo aguardá a Dorinha Qui ela vai chegá de trem. Cá de Ismerarda eu saí, Pra tirá os maloiado Pruque já tava dano piti Modi esse estresse marvado. E fumo nois pru Recifi Lá prus Portu de Galinha Mermo sem muito cacifi, Nois arrumemo a troxinha. E quando lá nois cheguemo, Foi aquela trapaiação Os pé no mar nois pusemo Pra tirá azaração. Foi a façanha mais mió Qui aconteceu pra nois tudo Tirô o que foi de pió Miorano o conteúdo. As cachola ficou limpa Dos poblema que nois tinha E agora nois só garimpa Energia da fadinha. E nois jogava e bibia, Sem caí, fumo sensata. Fizemo muita fulia Mai num contemo bravata. Muita amizade e sem fita Desse mundão nois fizemo, Mais a mió foi da Rita Que muita prosa gastemo. Eita povo intiligente E tamém muito arretado, A curtura diferente E ninguém disanimado. Ô trem bão que foi de fato Vortemo com novo astrar, Pra infrentá os lava prato Só naquele rituar. Ieu tô achano é bão Modi essa vida danada Num intrego os ponto não, Vô siguino na jornada. * * * * * Esmeraldas (Grande BH) 08 de outubro de 2009 http://www.ruthgentilsivieri.prosaeverso.net/ Ruth Gentil Sivieri
Enviado por Ruth Gentil Sivieri em 08/10/2009
Alterado em 09/10/2009 Copyright © 2009. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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