
![]() MÃE, QUE SAUDADE! Saudade é ferida cruel e penetrante Que nem a morte física causa olvido Quanto mais o tempo passa e já distante Vai aumentando o amor adormecido. Como esquecer aquela que me deu a vida, Que noites de sono perdeu à minha cama? Com o tempo vai cicatrizando essa ferida, Mas sempre minha alma chora e clama. Amor sublime e a ternura mais sagrada Tão mais intensa depois que já partiu. Carência por sentir-me abandonada À sorte do destino que a vida desuniu. Queria tê-la perto de mim, como queria! De mais um Anjo sei que o céu necessitou. Externo minha saudade através da poesia E agradeço a Deus pela mãe que me abraçou. Ruth Gentil Sivieri
Enviado por Ruth Gentil Sivieri em 27/06/2009
Alterado em 27/06/2009 Copyright © 2009. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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