Na exposição de meu céu interior: o coração

Textos


POETIZANDO


Em noites estelais me vejo
Sob o azul do céu que fosforesce
A poesia chega e num enlevo
Vem, germina e a cada dia cresce.
Que fazer se ela me chama e eu desejo
E faz-me escrava de palavras que escrevo
Que gostaria de dizer e sempre almejo
Mas que nem sempre vêm quando ensejo.
Ao coração a poesia sempre está presente
À razão quantas vezes ela contraria
Amando sempre quem está ausente
Que nem sei quem é e isso me angústia.
Ruth Gentil Sivieri
Enviado por Ruth Gentil Sivieri em 25/11/2008
Alterado em 21/04/2009
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