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SE...
Se...
Se os sonhos fulgurassem novamente Retornando ao coração como brisa leve, Seriam como o germinar de uma semente, E não morreriam em um instante breve. Se as ilusões não se evaporassem, Quais nuvens que bailam aos rumores Ah! As ilusões, se elas voltassem... Seria o apogeu de todos os amores. Se esperanças não fossem tão fugazes Fazendo-nos reféns de incertezas, Por certo até que seríamos capazes, De para o alto jogar as tais fraquezas. Se as palavras fossem verdadeiras, Quando ditas de maneira veemente, Se não fossem tantas as asneiras, Vindas de um coração tão inclemente, Se pudéssemos ver além da alma, A verdadeira face de quem diz, Que um dia, uma hora se acalma, Não ficaria nenhuma cicatriz. Ruth Olinda Gentil Sivieri 12/10/2008
Ruth Gentil Sivieri
Enviado por Ruth Gentil Sivieri em 31/10/2008
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