Na exposição de meu céu interior: o coração

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MORTE DE UM AMOR

Os dias vão passando lentamente,
Misturamos o ontem com o agora,
E aquele amor que parecia aderente,
Descolado está e – ainda bem-  foi embora.

De repente descobrimos que a paixão,
Aquele desejo louco de estar sempre junto,
Não passa agora de uma imatura ilusão
E nem queremos mais tocar no assunto.

Morreram sonhos, esperanças e paixões,
Renascendo a realidade mais madura.
Nem pensar nas tolas e ingênuas pretensões
Que quase toda uma vida sempre dura.

Linda e adorável essa bela descoberta.
Não ficamos presos àquele ilusório amor,
Deixando que a alma fique sã e mais liberta
Longe daquele fascínio louco e afligidor.




Ruth Olinda Gentil Sivieri

Ruth Gentil Sivieri
Enviado por Ruth Gentil Sivieri em 30/10/2008
Alterado em 24/03/2009
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